
Recentemente, focos de influenza aviária de alta patogenicidade foram registrados na Colômbia. É o primeiro registro na América do Sul e medidas de prevenção estão sendo reforçadas no Brasil para manter nossa avicultura livre desta doença.
Os produtores rurais podem e devem colaborar com estes esforços, impedindo a entrada de pessoas estranhas nas unidades produtoras e fazendo a limpeza e desinfecção dos veículos que entram na propriedade. Outra recomendação é evitar o empréstimo de equipamentos agrícolas de uso na avicultura.
É preciso também redobrar a atenção com os cuidados de higiene ao manipular as aves e seus produtos. Os equipamentos de proteção individual, como máscaras e luvas, são mais necessários do que nunca. Os animais devem receber água tratada para beber. Não use água de rios para alimentar as aves ou fazer a nebulização.
Para quem tem criação de aves de fundo de quintal (subsistência), os cuidados devem ser ainda maiores, pelo risco de contato desses animais (galinhas, perus, angolistas, patos,marrecos), com aves de vida livre. Mantenha as suas aves em área restrita, deixando a comida e água em local protegido, evitando o contato com aves silvestres, mantendo-as longe de açudes e lagos.
Quem trabalha na avicultura deve estar atento aos sintomas de doenças como a influenza aviária. Alterações nervosas ou respiratórias e principalmente a morte repentina de muitas aves são sinais de alerta, devendo comunicar imediatamente à Cidasc, que é o serviço veterinário oficial de Santa Catarina.
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Denise De Rocchi
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