foto: Ascom/Cidasc

Os exames laboratoriais emitidos nesta quinta-feira, 15 de janeiro, apontam que todas as áreas de cultivo de moluscos bivalves monitoradas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) estão em conformidade quanto à presença de ficotoxinas. O laudo aponta que a situação foi normalizada na única localidade que estava com restrição à retirada e comercialização do produto, a Ponta do Papagaio, em Palhoça.

Deste modo, é considerado seguro o consumo de mexilhões, berbigões, vieiras e ostras produzidas na área monitorada, entre Palhoça e São Francisco do Sul, conforme o mapa abaixo. Este monitoramento é realizado de forma contínua pela Cidasc e faz parte do Molubis (Programa Nacional de Moluscos Bivalves Seguros).

As análises visam proteger o consumidor e valorizar a maricultura catarinense. As ficotoxinas são liberadas por algas, um processo natural que pode ocorrer eventualmente. Estas toxinas não afetam a saúde dos moluscos, mas podem provocar problemas gastrointestinais nas pessoas que consumirem esta carne quando o índice desta ficotoxina nas áreas de cultivo estiver elevado.

Qualquer pessoa pode consultar os resultados do monitoramento no site da Cidasc:

análises microbiológicas

análises de ficotoxinas

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