
Realizada de 17 a 20 de março em Chapecó, a Mercoagro 2026 reuniu mais de 250 expositores de equipamentos, implementos e utensílios voltados à industrialização de proteína animal, recebeu 37 mil visitas e movimentou R$ 1,1 bilhão em negócios. Representaram a Cidasc no evento o gestor do Departamento Regional de Chapecó, Ivan Ulsenheimer, e os médicos-veterinários Thiago Burato Sousa, Marta Helena Mainardo, Ana Paula Sachet e Jamil Corrêa Jr. A equipe também acompanhou o 14º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, que debateu temas estratégicos para o setor, como geopolítica, inovação, inteligência artificial, qualidade da carne e os desafios da indústria no futuro.

Para Ivan Ulsenheimer, “a participação na Mercoagro proporcionou contato direto com novas tecnologias e inovações aplicadas à industrialização da carne, com destaque para sistemas de automação e rastreabilidade da produção, soluções voltadas à segurança dos alimentos, controle de qualidade e bem-estar animal, além de práticas voltadas à sustentabilidade e eficiência produtiva na cadeia agroindustrial”. Além disso, “a presença em um evento dessa magnitude é fundamental, pois permite a atualização técnica dos profissionais, alinhando as ações de defesa agropecuária às inovações e tendências do setor”, completa.

Santa Catarina destaca-se no mercado nacional e internacional de proteína animal. Dados da Epagri/Cepa apontam que, em 2025, o estado foi responsável por 19,5% do volume de carnes exportadas pelo Brasil, sendo o maior produtor e exportador de carne suína do país e vice-líder na avicultura. A atuação da Cidasc é essencial para a competitividade catarinense no mercado das carnes, desde o controle sanitário nas unidades produtivas até a inspeção em frigoríficos e o controle do trânsito animal.
Na bovinocultura, Santa Catarina é reconhecida como zona livre de febre aftosa sem vacinação e referência na identificação individual (brincagem) obrigatória de bovinos para garantir rastreabilidade. Além disso, a Cidasc promove a certificação de propriedades livres de brucelose e tuberculose, garantindo um selo de qualidade para o produtor.

Na produção de frangos, o Programa de Sanidade Avícola da companhia trabalha na prevenção, monitoramento, certificação, vigilância, educação sanitária, detecção precoce e controle de enfermidades em avicultura. Também realiza o cadastro e registro obrigatório de estabelecimentos avícolas comerciais e de pequena escala.
Em relação à suinocultura, a Cidasc acompanha e fiscaliza a adoção de normas obrigatórias de biosseguridade para granjas tecnificadas, incluindo controle de visitantes, desinfecção rigorosa, manejo de dejetos e restrição de acesso. Além disso, a companhia monitora e controla doenças, assegurando que os rebanhos catarinenses atendam aos padrões sanitários exigidos.

Neste sentido, participar de eventos como a Mercoagro “fortalece a integração com os diversos elos da cadeia produtiva da carne, contribuindo para uma atuação ainda mais eficaz na inspeção sanitária e na garantia da qualidade dos produtos, reforçando o papel da Cidasc na promoção da saúde pública e do desenvolvimento do agronegócio catarinense”, conclui Ivan Ulsenheimer.
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