Foto: Departamento Regional Tubarão/Cidasc

A portaria Sape nº 50/2025, que estabeleceu medidas de biosseguridade para as granjas de suínos, já está em vigor. A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) está orientando os produtores sobre as adaptações necessárias, algumas das quais devem ser feitas de imediato, enquanto outras têm prazo de até um ano para serem implementadas. 

Uma das ações educativas sobre o tema foi realizada pela Cidasc no dia 21 de janeiro, no município de Grão Pará, em parceria com a Prefeitura Municipal. Os médicos-veterinários Henrique Correa, que é gestor do Departamento Regional de Tubarão, e Elieser Gobbe, responsável regional pela sanidade suína, apresentaram os passos para que as granjas concluam a adaptação de seus procedimentos e estrutura física às normas de biosseguridade. Também estiveram presentes a coordenadora regional do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa), Camila Wolf Bonelli, e a engenheira-agrônoma Marcela Padilha, da Epagri. 

Foto: Departamento Regional Tubarão/Cidasc

“A Cidasc mantém atenção permanente à suinocultura catarinense e desenvolve uma atenção diferenciada na região da Amurel, especialmente no Vale do Braço do Norte, onde há uma concentração relevante de suinocultores independentes. Esse perfil difere proporcionalmente da suinocultura do Oeste do estado, onde predominam sistemas integrados. Nesse contexto, a educação sanitária assume papel estratégico para a organização, qualificação e sustentabilidade das propriedades”, afirma o gestor Henrique Correa. 

A Portaria SAPE nº 50/2025 foi estabelecida pela Cidasc e pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária para reforçar os cuidados sanitários, fortalecendo a suinocultura. Entre as medidas de implementação imediata, estão o registro de quem ingressou na granja, higienização das mãos antes de ingressar na área de produção, o uso de roupas exclusivas para o trabalho junto aos animais e controles quanto à água e ao combate a pragas (insetos e roedores). 

Foto: Departamento Regional Tubarão/Cidasc

Além disso, o suinocultor, com auxílio de um médico-veterinário, deve elaborar um plano de ação para a implementação das demais medidas previstas na portaria. Neste plano, indicará se as estruturas existentes já atendem às normas, quais necessitam adaptação e qual será o cronograma. Ao receber este documento, a Cidasc avaliará o plano e emitirá o laudo técnico, necessário para que o produtor possa solicitar, nos escritórios da Epagri, recursos do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), com crédito subsidiado, para as obras de adequação da granja às normas de biosseguridade. 

No evento em Grão Pará e nas demais ações educativas, a Cidasc tem destacado que o produtor pode contar com a companhia e outras instituições para estar em dia com as normas sanitárias. Para a suinocultura independente, há a oportunidade de apoio por meio da Assistência Técnica e Gerencial (ATEG), ofertada pelo Senar/SC. 

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