{"id":85,"date":"2012-08-29T00:58:48","date_gmt":"2012-08-29T00:58:48","guid":{"rendered":"1952 \u2013 Cria\u00e7\u00e3o da Secretaria da Agricultura em Santa Catarina e implanta\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o de Defesa Sanit\u00e1ria Animal. In\u00edcio do combate a Febre Aftosa\r\n\r\n1965 \u2013 Publica\u00e7\u00e3o da Lei 3783, estabelecendo a obrigatoriedade do combate \u00e0 Febre Aftosa.\r\n\r\n1966 \u2013 Publ"},"modified":"2012-08-29T00:58:48","modified_gmt":"2012-08-29T00:58:48","slug":"vigilancia-para-febre-aftosa-e-sindromes-vesiculares-historico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.cidasc.sc.gov.br\/defesasanitariaanimal\/programas\/vigilancia-para-febre-aftosa-e-sindromes-vesiculares\/vigilancia-para-febre-aftosa-e-sindromes-vesiculares-historico\/","title":{"rendered":"Vigil\u00e2ncia para Febre Aftosa e S\u00edndromes Vesiculares &#8211; Hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"<p>1952 \u2013 Cria\u00e7\u00e3o da Secretaria da Agricultura em Santa Catarina e implanta\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o de Defesa Sanit\u00e1ria Animal. In\u00edcio do combate a Febre Aftosa<\/p>\n<p>1965 \u2013 Publica\u00e7\u00e3o da Lei 3783, estabelecendo a obrigatoriedade do combate \u00e0 Febre Aftosa.<\/p>\n<p>1966 \u2013 Publica\u00e7\u00e3o do Decreto n\u00ba 4920, regulamentando a Lei 3783 e estabelecendo prazo para in\u00edcio da campanha, sob a denomina\u00e7\u00e3o de CAFASC \u2013 Campanha Contra a Febre Aftosa em Santa Catarina.<\/p>\n<p>1966 \u2013 Lan\u00e7amento oficial da campanha no munic\u00edpio de Lages.<\/p>\n<p>1967 \u2013 Vacina\u00e7\u00e3o de 258.836 bovinos, em 8.401 propriedades, nos munic\u00edpios de Lages, S\u00e3o Joaquim, Bom Jardim da Serra e Urubici.<\/p>\n<p>1970 \u2013 A partir de 31 de dezembro deste ano, a execu\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es passou para a Coordena\u00e7\u00e3o de Defesa Sanit\u00e1ria Animal \u2013 CODESA.<\/p>\n<p>1971 \u2013 A Campanha atinge todos os munic\u00edpios catarinenses.<\/p>\n<p>1971 \u2013 Cria\u00e7\u00e3o do Grupo Executivo de Combate \u00e0 Febre Aftosa (GECOFA), composto por veterin\u00e1rios do Minist\u00e9rio da Agricultura e da Secretaria de Agricultura. Incremento das a\u00e7\u00f5es de combate \u00e0 Febre Aftosa atrav\u00e9s da profissionaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, com capacita\u00e7\u00e3o de profissionais e disponibilidade de recursos para aquisi\u00e7\u00e3o de materiais e servi\u00e7os. O GECOFA manteve a sua atua\u00e7\u00e3o at\u00e9 o in\u00edcio da d\u00e9cada de 80, quando foi incorporado pelo Grupo Executivo da Produ\u00e7\u00e3o Animal (GEPA).<\/p>\n<p>1979 \u2013 Incorpora\u00e7\u00e3o da CODESA pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina &#8211; CIDASC.<\/p>\n<p>1984 \u2013 At\u00e9 1983, eram realizadas tr\u00eas vacina\u00e7\u00f5es anuais do rebanho bovino. Ap\u00f3s a elabora\u00e7\u00e3o dos estudos da \u201cCaracteriza\u00e7\u00e3o Epidemiol\u00f3gica da Febre Aftosa no Espa\u00e7o Catarinense\u201d (Martins, 1984) e com a produ\u00e7\u00e3o de vacinas de longa dura\u00e7\u00e3o de imunidade, reduziu-se para duas vacina\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas anuais.<\/p>\n<p>1986 \u2013 Em fun\u00e7\u00e3o de um decr\u00e9scimo no n\u00famero de focos no Estado, chegando-se ao ano de 1986 com a ocorr\u00eancia de apenas dois focos, houve uma desestimula\u00e7\u00e3o e at\u00e9 um questionamento por parte dos produtores em continuar a vacina\u00e7\u00e3o do rebanho. Devido a isso, observou-se a queda dos \u00edndices de vacina\u00e7\u00e3o e, como consequ\u00eancia, os focos de Febre Aftosa come\u00e7aram a ser frequentes.<\/p>\n<p>1988 \u2013 Ap\u00f3s a visita de uma Miss\u00e3o da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia e a constata\u00e7\u00e3o dos baixos \u00edndices de vacina\u00e7\u00e3o e da sua situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica, o Estado foi retirado lista de exportadores para aquele mercado. De imediato, retomou-se o processo de vacina\u00e7\u00e3o com venda direta da vacina aos criadores.<\/p>\n<p>1989 \u2013 Continuava o surgimento de focos de Febre Aftosa, em que pese os altos \u00edndices de vacina\u00e7\u00e3o. Os resultados obtidos por meio do Diagn\u00f3stico de Situa\u00e7\u00e3o Educativo Sanit\u00e1rio para Doen\u00e7as de Bovinos e Aves (Improta &amp; Martins, 1990) demostraram que apesar de os criadores conhecerem a serventia de uma vacina, de acreditarem em sua capacidade de evitar a doen\u00e7a e apresentarem uma atitude positiva quanto ao seu uso, eles s\u00f3 vacinavam os seus animais, mediante o risco pr\u00f3ximo de um foco da doen\u00e7a. Esses dados vieram explicar o porqu\u00ea, apesar de a venda de vacina atingir mais de 90% das propriedades, ainda surgiam focos de Febre Aftosa. Eles foram de suma import\u00e2ncia para, posteriormente, a CIDASC sustentar junto \u00e0 Secretaria e ao Minist\u00e9rio da Agricultura a necessidade de se adotar a vacina\u00e7\u00e3o por interm\u00e9dio de vacinadores comunit\u00e1rios.<\/p>\n<p>1991 \u2013 A partir deste ano, com base na realidade levantada pelo cruzamento das informa\u00e7\u00f5es obtidas no Diagn\u00f3stico Educativo e os dados epidemiol\u00f3gicos da enfermidade, no campo, a Secretaria da Agricultura determinou atrav\u00e9s de Portaria n\u00ba 04\/91, a execu\u00e7\u00e3o da vacina\u00e7\u00e3o casa a casa ou sua fiscaliza\u00e7\u00e3o direta por t\u00e9cnicos ou vacinadores credenciados pela CIDASC. Para realizar esse trabalho, contou-se com o apoio de toda a sociedade catarinense, notadamente dos setores econ\u00f4micos ligados \u00e0 Agropecu\u00e1ria, como as agroind\u00fastrias, as cooperativas, as federa\u00e7\u00f5es, os munic\u00edpios, os clubes de servi\u00e7os, os \u00f3rg\u00e3os de imprensa, dentre outros. Foram contratados cerca de dois mil e quinhentos vacinadores comunit\u00e1rios, que, ap\u00f3s o treinamento, capacita\u00e7\u00e3o e credenciamento, se lan\u00e7aram em campo vacinando cerca de tr\u00eas milh\u00f5es de cabe\u00e7as.<\/p>\n<p>1993 \u2013 Registro do \u00faltimo foco no Estado, detectado em um frigor\u00edfico no munic\u00edpio de S\u00e3o Miguel do Oeste, envolvendo animais provenientes o munic\u00edpio de Santa Helena, Estado do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>1996 \u2013 Publica\u00e7\u00e3o da Portaria Ministerial n\u00ba 107\/96, pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, criando uma Zona Livre de Febre Aftosa com vacina\u00e7\u00e3o, abrangendo os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.<\/p>\n<p>2000 \u2013 O Minist\u00e9rio da Agricultura e do Abastecimento, pela Portaria n\u00ba 153, declara a \u00e1rea formada pelos Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, como Zona Livre de Febre Aftosa, sem vacina\u00e7\u00e3o. A Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria, visando \u00e0 prote\u00e7\u00e3o dessa zona rec\u00e9m criada, baixa a Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 13, de 19 de maio de 2000, que estabelece as normas, para o cumprimento da referida portaria. No dia primeiro de maio de 2000, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura, pela Portaria n\u00ba O15\/GABS\/SDA, declarou a suspens\u00e3o da vacina\u00e7\u00e3o contra a Febre Aftosa e estabeleceu a proibi\u00e7\u00e3o da entrada de animais vacinados no Estado de Santa Catarina.<\/p>\n<p>2001 \u2013 Recorr\u00eancia da doen\u00e7a no Rio Grande do Sul e pa\u00edses vizinhos. Esse fato fez com que Santa Catarina aumentasse n\u00famero de suas barreiras sanit\u00e1rias com o Rio Grande do Sul e com a Argentina, com ajuda das Pol\u00edcias Civil, Militar, Federal, Rodovi\u00e1ria Estadual e Rodovi\u00e1ria Federal, do Ex\u00e9rcito, da Marinha e das Comunidades.<\/p>\n<p>2001 \u2013 O Estado do Rio Grande do Sul retoma a vacina\u00e7\u00e3o de seus animais, acatando a determina\u00e7\u00e3o da Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 11, de 9 de maio de 2001. Apesar de press\u00f5es advindas de alguns setores da sociedade, o Estado de Santa Catarina mant\u00e9m a decis\u00e3o de n\u00e3o vacinar seus animais, objetivando a obten\u00e7\u00e3o da Certifica\u00e7\u00e3o Internacional de Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>2005 \u2013 Ocorr\u00eancia de novos focos de Febre Aftosa nos munic\u00edpios de Japor\u00e3, Mundo Novo e Eldorado no Mato Grosso do Sul e no norte do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>2006 \u2013 Em mar\u00e7o deste ano, atendendo a sua fun\u00e7\u00e3o de suprimento de recursos humanos, o ICASA abre um processo seletivo para contrata\u00e7\u00e3o 119 m\u00e9dicos veterin\u00e1rios, atrav\u00e9s de conv\u00eanios com Cooperativa dos M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios \u2013 UNIMEV-SC, 119 auxiliares administrativos e 119 auxiliares de campo.<\/p>\n<p>2006 \u2013 Em maio de 2006, a CIDASC realiza concurso p\u00fablico para 41 m\u00e9dicos veterin\u00e1rios, que vieram refor\u00e7ar o quadro de funcion\u00e1rios da empresa. Acrescentou assim, neste ano, mais 160 novos profissionais ao sistema de Defesa Sanit\u00e1ria Animal do Estado.<\/p>\n<p>2006 \u2013 Em outubro, encaminha ao MAPA documento solicitando \u00e0 OIE o reconhecimento do zona livre de Febre Aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Para tanto, em dezembro do mesmo ano realizou-se o inqu\u00e9rito soro-epidemiol\u00f3gico para comprovar a aus\u00eancia de circula\u00e7\u00e3o viral a campo, bem como a inexist\u00eancia de anticorpos vacinais no rebanho.<\/p>\n<p>2007 &#8211; Obten\u00e7\u00e3o do Certificado de Reconhecimento Internacional de Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacina\u00e7\u00e3o pela OIE, em ato da 75\u00aa Assembl\u00e9ia Geral, realizada no per\u00edodo de 20 a 25 de maio de 2007.<\/p>\n<p>2008 \u2013 In\u00edcio do Projeto de Identifica\u00e7\u00e3o Individual dos bovinos e bubalinos \u2013 PIB-SC.<\/p>\n<p>2010 \u2013 Contrata\u00e7\u00e3o de 120 M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios para incremento do quadro de profissionais dedicados \u00e0 DSA.<\/p>\n<p>2011 \u2013 Recorr\u00eancia de Febre Aftosa no Paraguai, desencadeando um estado de Alerta Sanit\u00e1rio e incremento das atividades de vigil\u00e2ncia veterin\u00e1ria, com objetivo de proteger o status sanit\u00e1rio do Estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1952 \u2013 Cria\u00e7\u00e3o da Secretaria da Agricultura em Santa Catarina e implanta\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o de Defesa Sanit\u00e1ria Animal. 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